15/09/2010

HOMOFOBIA na África

É melhor para eu ter um cadáver de um filho,
do que aceitar que meu filho é gay!” – Ditado Nigeriano.


De modo geral, o continente africano seria o lugar mais perigoso e pior para um homossexual viver? Segundo os dados da Associação Internacional de Gays e Lésbicas (ILGA), a prática da homossexualidade é ainda hoje considerada ilegal para os homens gays em mais de 29 países e para as mulheres lésbicas, em mais de 20 países. Já nos anos de 1781, o historiador inglês Edward Gibbon, asseverava a inexistência da homossexualidade no continente africano, na obra Historia do declino e decadência do império romano: ‘acredito e confio que os negros, no seu país, não estão expostos a essa pestilência moral’. Na maior parte da áfrica subsaariana, a homossexualidade é um assunto que não é de discussão publica. Na áfrica mediterrânea e oriental, existem políticas fracas em relação à homossexualidade.
Em geral, homossexualidade é um tabu na áfrica, e homossexuais conhecidas sofrem de varias maneiras: são excomungados e as suas tribos os negam. Eles não são bem-vindos ao ponto que as pessoas fogem deles. Contudo, isso não significa que não haja uma sociedade no baixo do pano de homossexuais. Em alguns países como Egito e África do Sul, há uma visibilidade de homossexuais e existe uma legislação nacional que proíbe a discriminação baseada na orientação sexual. Porém, outros países como Uganda e Quênia, homossexualidade é crime - ilegal e perseguido com penas que variam desde multa pensada, tortura emocional até a prisão perpétua e morte. Nos últimos anos, diversas têm sido as autoridades destes países que divulgaram declarações extremamente homofóbicas ou adotaram medidas altamente repressivas contra os homossexuais.

Há Caminho?
Com as acusações de pedofilia e homossexualidade da igreja católica na Europa e nas Américas, a igreja em África se mantém praticamente em silencio sobre esses escândalos que quase não fez grande ondulação na mídia local. Certamente, a África não é imune à mesma praga de abuso sexual. É claro que o que acontece na Europa e ou nas Américas afeta a igreja como um todo. Isso poderia ser que, o comportamento do clero em áfrica não tenha sido exposto aos meios de comunicação como em outras partes do mundo.  
Quanto às leis colocadas contra a homossexualidade pelos estados, há muitos na áfrica que apreciam o esforço dos governos de quererem proteger a família tradicional e seus valores. Apoiada na Sagrada Escritura que apresenta a homossexualidade como depravação grave, a tradição africana sempre declarou que os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados. São contrários a lei natural. Fecham o ato sexual ao Dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados.
Por tanto, as pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes do autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã. (Lv 18,22; CIC 2358-2359)

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