Pesquisa realizada este ano em 14 países, entre eles o Brasil, revela algumas características do comportamento das pessoas na internet.
Segundo pesquisa realizada em fevereiro 56% dos brasileiros admitem mentir sobre dados pessoais na internet. O número é levemente superior ao mundial, de 45%, e inclui os que já usaram identidades falsas na internet – 41% das internautas, contra 33% da média mundial.
Os dados constam no Relatório de Crimes Cibernéticos NORTON , feito sob encomenda da Symantec. A pesquisa da vendedora do antivírus Norton ainda estima o custo para reparar os danos causados por um “crime cybernético” no Brasil: R$2537,00, muito superior à média mundial, de R$573. O relatório não detalha, porém, como esta quantia é gasta durante a reparação – se é só o prejuízo do crime ou se inclui também outros custos, como os envolvidos na troca de documentos e despesas advocatícias. No jargão da pesquisa, um “crime cybernético” pode ser um roubo de identidade ou o uso da senha para realizar o desvio de dinheiro da conta.
Quatro em cada cinco pessoas acreditam na impunidade dos criminosos online, e surpreendentemente este número não é maior no Brasil do que no resto do mundo. Ou seja, tanto aqui quando lá fora, quase ninguém crê que um criminoso virtual vá pagar por crimes. E assim como nos crimes mais tradicionais, as vítimas também se sentem culpadas, com cerca de 3/4 dos entrevistados declarando esta sensação.
Voltando aos dados de comportamento garimpados na pesquisa, vemos mais uma curiosidade dos brasileiros: apesar de “escondermos” mais a identidade, os brasileiros também se arrependem mais das coisas que fazem na internet. 28% dos tupiniquins, 6 pontos percentuais a mais que o resto do mundo, afirmam ter arrependimento de algum ato realizado online, como o download ilegal de música ou as mentiras relatadas anteriormente. Talvez seja justamente por isso que os brasileiros se escondam mais…
11/09/2010
Pastor calls off Koran burning
Pastor Terry Jones withdraws his threat to burn copies of the Koran in an interview with US media.
For more details: http://www.bbc.co.uk/news
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10/09/2010
Tropa de Elite 2
Tropa de Elite 2: Pré-venda de ingressos começa hoje.
Tropa de Elite 2 - Agora o Inimigo é Outro, um dos filmes mais aguardados do ano, só chega aos cinemas em 8 de outubro. Mas, para diminuir a ansiedade dos fãs do Bope, a pré-venda dos ingressos começa nesta sexta-feira (10). Eles estarão disponíveis nos sites das principais redes exibidoras do país e no site www.ingresso.com.br. ![]() |
| Wagner Moura - Autor do Filme. |
09/09/2010
A MÍSTICA ISLÂMICA - Por Michael Mutinda*
A MÍSTICA ISLÂMICA
Sufismo.
Há várias hipóteses quanto à etimologia da palavra sufi. O termo suf (lã, em árabe), pode ser uma das origens, aludindo aos mantos de lã que vestiam os primeiros sufis. O sheik Çimen, contudo, refuta a justificativa do traje e defende duas outras possibilidades. A primeira, relacionada à expressão ahl al-suffah (“os do sofá”), que designa um grupo de companheiros do profeta que ficavam em sofás, apartados na mesquita de Medina, dedicados à devoção. A segunda, remete à raiz verbal árabe safá, que significa purificar-se, e remete ao entendimento do sufismo como um caminho de pureza .
Século XIX – O Sufismo no Brasil.
Há várias hipóteses quanto à chegada do sufismo no Brasil. Talvez no Brasil o sufismo possa ter deitado raízes muito mais profundas do que se pode supor, já que a religião muçulmana chegou até aqui primeiramente através dos escravos Malês. De qualquer modo, hoje em dia, sabe-se da presença de algumas ordens: a Chisti, muito difundida na Índia, a Naqshabandiya, que existe aqui há 25 anos, a Surawaardi, Shadhiliya, a Ordem Sufi Internacional e a Halveti AI-Jerrahi. É provável que o sufismo tenha se manifestado pela primeira vez no Brasil no sec. XIX, por conta dos malês, escravos africanos de religião muçulmana trazidos ao país pelo trafico negreiros. Mais recentemente, zawias de centenárias confrarias sufis se estabeleceram nas grandes cidades brasileiras, como são Paulo, rio de janeiro, Brasília, recife, Florianópolis ou foz do Iguaçu, onde há forte presença da colônia muçulmana. Os malês ainda mantêm pequenas comunidades nos estados da Bahia e do rio de janeiro. Há noticia de um xeque sufi que viveu na cidade do rio ao final do século passado.
Contudo, o sufismo no Brasil, o sufismo é pouco conhecido e praticado. A ordem Jerrahi conta hoje, em São Paulo, com duas tekkés, isto é, espaços para o culto. Uma delas, em Cotia, onde o sheikh Ismail Çimen reúne um grupo de seis dervixes. Nascido em Istambul, na Turquia, o sheikh mora no Brasil há 11 anos, mas recebeu a autorização para ser mestre há dois anos e meio. Músico, o sheikh Çimen toca ney, a flauta de junco da música sufi, e o alaúde oriental, um instrumento de cordas também utilizado nas cerimônias. Ao contrário do que se possa pensar, não são apenas árabes, turcos ou nascidos em famílias muçulmanas os que abraçam o sufismo. O próprio sheikh Muhammad Ragip, da tekké da Penha, em São Paulo, é um exemplo de ingresso no Islã a partir do sufismo. Apresentado à religião na Turquia, sheikh Ragip é quem conduz as reuniões semanais às quintas-feiras e domingos. Quanto ao número de freqüentadores, sheikh Ragip afirma ter conhecido desde ordens com três pessoas até milhares. Em São Paulo há também, por exemplo, a ordem Chazulya Iachrotia, que se reúne em São Bernardo do Campo e conta com, pelo menos, 350 pessoas.
As Zawias Shadilitas brasileiras têm algumas centenas de adeptos, que se reúnem regularmente para rezar e debater temas místicos, sob a direção de um muqadam (representante) do xeque da ordem, sediado na cidade do Cairo, Egito . As reuniões inchem a reza comunitária das preces canônicas e do wird (rosário muçulmano) concluído a cerimônia, é lido e meditado um texto espiritual do fundador, o xeque shadili. (sec., XIII). Os Shadilitas brasileiros praticam a dança em circulo acompanhada da invocação ritual do nome divino. As mulheres cumprem os mesmos rituais dos homens, mas ficam separadas deles, num balão situado acima da zawia. A maioria nas sessões de dhikr veste roupas ocidentais, mas há alguns que mantêm o costume tradicional e preferem os trajes orientais, considerados mais apropriados para a vida espiritual. Outra característica é a importância concedida à khalwa, o retiro espiritual. O padrão é isolar-se por algumas horas, meditando e praticando a invocação (dhikr).
Os discípulos do famoso xeque derqavi dão da mesma forma importância à harmonia e ao equilíbrio do ambiente no qual realizam seus ritos, de maneira que a zawia é um local propicio à contemplação – com seus belos tapetes orientais, suas lâmpadas de metal trabalhado, suras do corão em forma de retábulos e as inscrições do nome de Deus em telas de fundo dourado. Eles portam ainda em volta do pescoço grossos rosários de madeira, com noventa e nove contas, cada uma delas representando um dos nomes de Deus, segundo o sufismo.
Conclusão.
Sufismo: O sendeiro para a Presença Divina. O sufismo é conhecido como a Via do Coração; a Via do puro místico caminho do Islam. Seja qual for o nome com que o chamem, ele é o caminho que conduz à Presença Divina. Os sufis desejam uma plena conexão com Deus e, para isso, não acreditam no racional para explicar tudo. Ser sufi é acreditar não apenas no que se vê, mas buscar o contato com o transcendente e metafísico. E para atingi-lo, não é suficiente apenas ler os principais poetas sufis, como Rumi e Attar, donos de célebres obras como “Fihi ma fihi– O livro do interior” e “Linguagem dos Pássaros”, respectivamente, ou ainda de Omar Khayam, Sa’adi, ‘Attar e Hafiz. A prática é essencial. Sheikh Çimen sintetiza a partir de uma metáfora: “A água não tem um gosto que dê para explicar, o vento não tem cor. Não dá para explicar o amor. O sufismo não é um caminho de informação, mas de experiência”.
Bibliografia.
“A Century of Sophia Perennis in Brazil” in: Revista Sophia. Oakton, E.U.A, foundation for traditional studies, winter, 1998.
“O Outro Islã” in: caderno de sábado, jornal da tarde 15/09/1090.
Mateus soares de Azevedo. Mística Islâmica. Atualidade e Convergência com a Espiritualidade Crista. 2ª edição. Editora vozes. Petrópolis, 2001.
Religião – Islamismo na: Revista "MUNDO e MISSÃO" por Laila Ayou.
Soares de Azevedo. Iniciação ao Islã e Sufismo. Rio de janeiro. Editora Record, 1994.
*Editor.
Sufismo.
Há várias hipóteses quanto à etimologia da palavra sufi. O termo suf (lã, em árabe), pode ser uma das origens, aludindo aos mantos de lã que vestiam os primeiros sufis. O sheik Çimen, contudo, refuta a justificativa do traje e defende duas outras possibilidades. A primeira, relacionada à expressão ahl al-suffah (“os do sofá”), que designa um grupo de companheiros do profeta que ficavam em sofás, apartados na mesquita de Medina, dedicados à devoção. A segunda, remete à raiz verbal árabe safá, que significa purificar-se, e remete ao entendimento do sufismo como um caminho de pureza .
Século XIX – O Sufismo no Brasil.
Há várias hipóteses quanto à chegada do sufismo no Brasil. Talvez no Brasil o sufismo possa ter deitado raízes muito mais profundas do que se pode supor, já que a religião muçulmana chegou até aqui primeiramente através dos escravos Malês. De qualquer modo, hoje em dia, sabe-se da presença de algumas ordens: a Chisti, muito difundida na Índia, a Naqshabandiya, que existe aqui há 25 anos, a Surawaardi, Shadhiliya, a Ordem Sufi Internacional e a Halveti AI-Jerrahi. É provável que o sufismo tenha se manifestado pela primeira vez no Brasil no sec. XIX, por conta dos malês, escravos africanos de religião muçulmana trazidos ao país pelo trafico negreiros. Mais recentemente, zawias de centenárias confrarias sufis se estabeleceram nas grandes cidades brasileiras, como são Paulo, rio de janeiro, Brasília, recife, Florianópolis ou foz do Iguaçu, onde há forte presença da colônia muçulmana. Os malês ainda mantêm pequenas comunidades nos estados da Bahia e do rio de janeiro. Há noticia de um xeque sufi que viveu na cidade do rio ao final do século passado.
Contudo, o sufismo no Brasil, o sufismo é pouco conhecido e praticado. A ordem Jerrahi conta hoje, em São Paulo, com duas tekkés, isto é, espaços para o culto. Uma delas, em Cotia, onde o sheikh Ismail Çimen reúne um grupo de seis dervixes. Nascido em Istambul, na Turquia, o sheikh mora no Brasil há 11 anos, mas recebeu a autorização para ser mestre há dois anos e meio. Músico, o sheikh Çimen toca ney, a flauta de junco da música sufi, e o alaúde oriental, um instrumento de cordas também utilizado nas cerimônias. Ao contrário do que se possa pensar, não são apenas árabes, turcos ou nascidos em famílias muçulmanas os que abraçam o sufismo. O próprio sheikh Muhammad Ragip, da tekké da Penha, em São Paulo, é um exemplo de ingresso no Islã a partir do sufismo. Apresentado à religião na Turquia, sheikh Ragip é quem conduz as reuniões semanais às quintas-feiras e domingos. Quanto ao número de freqüentadores, sheikh Ragip afirma ter conhecido desde ordens com três pessoas até milhares. Em São Paulo há também, por exemplo, a ordem Chazulya Iachrotia, que se reúne em São Bernardo do Campo e conta com, pelo menos, 350 pessoas.
As Zawias Shadilitas brasileiras têm algumas centenas de adeptos, que se reúnem regularmente para rezar e debater temas místicos, sob a direção de um muqadam (representante) do xeque da ordem, sediado na cidade do Cairo, Egito . As reuniões inchem a reza comunitária das preces canônicas e do wird (rosário muçulmano) concluído a cerimônia, é lido e meditado um texto espiritual do fundador, o xeque shadili. (sec., XIII). Os Shadilitas brasileiros praticam a dança em circulo acompanhada da invocação ritual do nome divino. As mulheres cumprem os mesmos rituais dos homens, mas ficam separadas deles, num balão situado acima da zawia. A maioria nas sessões de dhikr veste roupas ocidentais, mas há alguns que mantêm o costume tradicional e preferem os trajes orientais, considerados mais apropriados para a vida espiritual. Outra característica é a importância concedida à khalwa, o retiro espiritual. O padrão é isolar-se por algumas horas, meditando e praticando a invocação (dhikr).
Os discípulos do famoso xeque derqavi dão da mesma forma importância à harmonia e ao equilíbrio do ambiente no qual realizam seus ritos, de maneira que a zawia é um local propicio à contemplação – com seus belos tapetes orientais, suas lâmpadas de metal trabalhado, suras do corão em forma de retábulos e as inscrições do nome de Deus em telas de fundo dourado. Eles portam ainda em volta do pescoço grossos rosários de madeira, com noventa e nove contas, cada uma delas representando um dos nomes de Deus, segundo o sufismo.
Conclusão.
Sufismo: O sendeiro para a Presença Divina. O sufismo é conhecido como a Via do Coração; a Via do puro místico caminho do Islam. Seja qual for o nome com que o chamem, ele é o caminho que conduz à Presença Divina. Os sufis desejam uma plena conexão com Deus e, para isso, não acreditam no racional para explicar tudo. Ser sufi é acreditar não apenas no que se vê, mas buscar o contato com o transcendente e metafísico. E para atingi-lo, não é suficiente apenas ler os principais poetas sufis, como Rumi e Attar, donos de célebres obras como “Fihi ma fihi– O livro do interior” e “Linguagem dos Pássaros”, respectivamente, ou ainda de Omar Khayam, Sa’adi, ‘Attar e Hafiz. A prática é essencial. Sheikh Çimen sintetiza a partir de uma metáfora: “A água não tem um gosto que dê para explicar, o vento não tem cor. Não dá para explicar o amor. O sufismo não é um caminho de informação, mas de experiência”.
Bibliografia.
“A Century of Sophia Perennis in Brazil” in: Revista Sophia. Oakton, E.U.A, foundation for traditional studies, winter, 1998.
“O Outro Islã” in: caderno de sábado, jornal da tarde 15/09/1090.
Mateus soares de Azevedo. Mística Islâmica. Atualidade e Convergência com a Espiritualidade Crista. 2ª edição. Editora vozes. Petrópolis, 2001.
Religião – Islamismo na: Revista "MUNDO e MISSÃO" por Laila Ayou.
Soares de Azevedo. Iniciação ao Islã e Sufismo. Rio de janeiro. Editora Record, 1994.
*Editor.
Mudanças Climáticas e o papel do IPCC
“O Planeta nos dá sinais claros que já não suporta tanta pressão. Escolher a cooperação, em vez da bruta competição entre nações que marcou os séculos passados, pode ser a decisão mais inteligente para enfrentar os impactos das mudanças já em curso”, comenta Neuza Árbocz em artigo no sítio Envolverde, 06-09-2010. Eis o artigo.
08/09/2010
Catholic Continental News Agency for Africa
O Igreja Católica africana terá uma única, grande, agência de notícias para todo o continente. Isto é o que ficou decidido no encontro em Nairóbi, que teve início em 31 de agosto (ver Fides1/9/2010), organizado pelo Simpósio das Conferências Episcopais da África e Madagascar (SECAM), em colaboração com o Conselho dos Meios de Comunicação Católicos (CAMECA). "Nós estabelecemos um ano de tempo para traçar o plano final para o lançamento da nova agência" – disse à Fides disse Benedict Assorow, Diretor das Comunicações do SECAM e membro do Central Working Group, responsável de projetar a nova agência. Os outros membros do Central Working Group são, Pe. Patrick Alumuku e André Quenum. Foi constituído uma comissão financeira e de colega de fundos presidido por Pe. Roger Tessier da Agência CISA de Nairóbi. "A reunião de Nairóbi é o ponto de chegada de um percurso iniciado há três anos, em 2007, quando começamos a discutir a criação de uma única agência de notícias católica em toda a África, com também a contribuição dada por jornalistas da UCAN, a agência católica asiática", lembra Assorow.
Segundo um comunicado divulgado no final da reunião, a Catholic Continental News Agency for Africa foi criada para fazer ouvir “a voz autêntica da África", segundo a exortação do Papa Bento XVI para a II Assembleia Especial para a África do Sínodo dos Bispos realizada em Roma, em Outubro de 2009 e as Proposições Finais da Assembléia. Em particular, a proposição nº 56 exige: "uma maior presença da Igreja nos meios de comunicação; a rede de centros áudio-visual, casas publicitárias e centros midiáticos; a formação profissional e a formação ética dos jornalistas para promover uma cultura de diálogo que evite a divisão, o sensacionalismo, informações erradas e ofensiva banalização do sofrimento humano, comportamentos que possam prejudicar a harmonia e a paz da sociedade e das comunidades; o uso dos meios modernos para propagar o Evangelho e os frutos do Sínodo atual, para a educação dos povos africanos à verdade, reconciliação e promoção da justiça e da paz; desenvolvimento de redes de satélite, sob a coordenação do CEPACS (o órgão da mídia SECAM) para servir a Igreja-Família de Deus na África, e organização de comissões para a comunicação diocesana, nacional e regional, com pessoas competentes para ajudar a Igreja a exercer o seu ministério profético na sociedade". A nova agência será difundida gratuitamente em inglês, francês e português.
Links: Comunicado final o encontro de Nairóbi (em inglês)
Links: Comunicado final o encontro de Nairóbi (em inglês)
07/09/2010
Grito dos Excluídos em são Paulo - Por Michael Mutinda e Jaime C. Patias
"A justiça começa em casa", afirmou o cardeal dom Odilo Pedro Scherer, falando aos fiéis durante a missa de abertura das manifestações na capital paulista. "Devemos fazer aquilo que é bom para que tenhamos um povo fraterno, um povo pacífico, que realmente manifesta a alegria de viver. Não podemos nos esquecer de olhar e resolver, em diálogo, os gritos que clamam os céus, dos excluídos em nossas comunidades cristãs," exortou o cardeal de São Paulo ao pedir que cada um se esforce para fazer a sua parte. "Ninguém seja excluída da vida, nem pela fome ou pela falta de moradia, nem pela exclusão antes de nascer", destacou. O cardeal lembrou também que, em época de eleições é tempo de refletir sobre as propostas dos candidatos e fazer escolhas acertadas para o futuro político da nação...leia mais
Comentando sobre o evento, dona Carmem Aparecida da Silva, 50, atuante nas Comunidades Eclesial de Base - CEBs em são Paulo, disse que ninguém acredita mais nos gritos do povo brasileiro. Para ela, "o grito do Ipiranga ainda não se tornou o grito dos excluídos. Mas, com fé, esperamos ver uma pátria melhor", completou.
Para Plínio Rodrigues, 70, da Zona Leste de São Paulo e membro do Movimento dos Idosos da Casa Clara e do Conselho da Câmara dos Idosos, o Grito dos Excluídos é muito válido, "embora ainda não tenha atingido o grito dos idosos. Contudo, a gente não pode desanimar de lutar pelo direito de todos, por que a luta através da palavra, olhares e consciência leva à participação de todos", afirmou Plínio.
Fonte: Revista Missões
Comentando sobre o evento, dona Carmem Aparecida da Silva, 50, atuante nas Comunidades Eclesial de Base - CEBs em são Paulo, disse que ninguém acredita mais nos gritos do povo brasileiro. Para ela, "o grito do Ipiranga ainda não se tornou o grito dos excluídos. Mas, com fé, esperamos ver uma pátria melhor", completou.
Para Plínio Rodrigues, 70, da Zona Leste de São Paulo e membro do Movimento dos Idosos da Casa Clara e do Conselho da Câmara dos Idosos, o Grito dos Excluídos é muito válido, "embora ainda não tenha atingido o grito dos idosos. Contudo, a gente não pode desanimar de lutar pelo direito de todos, por que a luta através da palavra, olhares e consciência leva à participação de todos", afirmou Plínio.
Fonte: Revista Missões
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“On Death and Dying“
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