04/09/2010
‘A luta principal do Grito dos Excluídos é pela vida’
Na próxima terça-feira, 7, o Brasil celebra o Dia da Independência. No mesmo dia é também realizado o Grito dos Excluídos 2010. Neste ano, 16ª edição do evento, o tema escolhido foi “Vida em primeiro lugar”, e o lema “Onde estão nossos direitos? Vamos às ruas para construir um projeto popular...ler mais
03/09/2010
Grito dos Excluídos 2010 pergunta 'aonde estão nossos direitos'? - Por Patrick Monteiro*
Em 7 de setembro de 2010 acontece o tradicional Grito dos Excluídos. A ação levará para as ruas 41 entidades que "gritarão" em buscas dos direitos dos cidadãos. A passeata este ano será do Sambão do Povo até o Palácio Anchieta. Símbolos da marcha desse ano serão caixões que representarão a "cultura de morte", segundo a organização, a violência contra jovens, contêiners representando o sistema carcerário e cartazes com gritos de ordem.O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.
* Fonte: http://www.eshoje.com.br/
02/09/2010
Qualquer semelhança não é coincidência
"Os programas de Dilma, Serra e Marina têm mais pontos em comum do que diferenças; a exceção é Plínio, que defende o socialismo", escreve Frei Betto, escritor, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 02-09-2010.
Segundo ele, "a distância entre oposição e situação quase se anula e permite (...) a Henrique Meirelles despontar como o nosso Alan Greenspan, que ficou quase 20 anos à frente do Banco Central dos EUA". "Ao contrário do ditado, o andor é de barro, e não o santo, afirma o frei dominicano.. Dilma ou Serra terão de governar sob pressão dos últimos redutos da oligarquia, o PMDB e o DEM, alvos de frequentes denúncias de corrupção, nepotismo e outras maracutaias".
Eis o artigo...
Segundo ele, "a distância entre oposição e situação quase se anula e permite (...) a Henrique Meirelles despontar como o nosso Alan Greenspan, que ficou quase 20 anos à frente do Banco Central dos EUA". "Ao contrário do ditado, o andor é de barro, e não o santo, afirma o frei dominicano.. Dilma ou Serra terão de governar sob pressão dos últimos redutos da oligarquia, o PMDB e o DEM, alvos de frequentes denúncias de corrupção, nepotismo e outras maracutaias".
Eis o artigo...
Rumo à formação de uma agência de informação católica para toda a África: seminário em Nairóbi
"Hoje a comunicação é considerada como o primeiro areópago do mundo moderno, que está unificando a humanidade e transformando-a numa aldeia global. Então, nós, como comunicadores católicos, esperamos e queremos promover e facilitar a cooperação efetiva para o desenvolvimento pacífico e integral do nosso continente", disse Dom Alfred Kipkoech Arap Rotich, Ordinário Militar para o Quênia e presidente da Comissão para as Comunicações Sociais da Conferência Episcopal do Quênia, na abertura dos trabalhos de um seminário para a formação de uma agência de informação católica para o continente Africano. Como relatado pela Agência CISA,...(continue lendo)
A REPRESENTAÇÃO DE DEUS DE JOÃO BATISTA. - Por Denis Mwenda*
Ao analisar a representação composta de Deus de João Batista, da para a gente verificar que ela se origina principalmente, embora não de forma exclusiva, em suas interações com a mãe e o casal parental. Para ele, a avó parece ter suprido uma fonte independente para uma imagem de Deus e o pai para uma representação do diabo.
Para João, Deus parece capaz de escutar, ajudar, amar, estar próximo e dar força e felicidade, mas não no caso dele. A capacidade de Deus em escutar aparece na afirmação de que Deus é “injusto porque não escuta os dois lados” . Ao mesmo tempo, a recusa de Deus não escutar concentra-se nessa frase; “não rezo porque sinto que Deus não vai me escutar se eu não seguir suas regras”. A capacidade de Deus em ajudar e dar força é ilustrada em seu amor por Deus que sente ser importante para sua sobrevivência. A capacidade de Deus em amar é dramaticamente óbvia na seguinte afirmação; “para mim, o amor de Deus por mim é importante, porque não quero morrer pensando que ele me odeia”.
De fato, por mais atraente que Deus lhe possa ser, ele e seu Deus chegaram a uma posição antagônica definitiva por causa de seus próprios problemas. Ele afirma, “o que mais ressinto em relação a Deus é que não consigo viver da maneira como ele quer”. A boa disposição de Deus em relação a ela não serve para nada porque ela não é aceitável. Ele fala que ele não quer sentir que ele o pune, porque tem motivos para puni-lo. O resultado final dessa situação é dolorosamente ilustrado nas seguintes afirmações progressivas; “considero Deus como meu inimigo porque ele não me tem em alta consideração”. Ele ainda confirma que crê que Deus o vê como uma pessoa que ele perdeu porque não ajusta as suas idéias com deles e para agradá-lo em plenitude, ele tem que ser outra pessoa, porque ele não o agrada.
Ainda no final da entrevista, o Batista fala que se for possível, ele gostaria que Deus e os seus pais desaparecessem de sua vida. A culpa é sua experiência comum com ambos, como deixam claro estas afirmações paralelas. “se pudesse mudar meu passado, gostaria de mudar minha religião e meus pais e se receber prova absoluta de que Deus não Existe, ficarei feliz, porque não me sentirei culpada”.
Os componentes maternos na historia de Batista parece ser dominantes. Encontramos que Batista idealizava a mãe e odiava a si mesma. Em sua idealização, ele queria ser como mãe, cuja força admirava. Segundo ela, força é o que ela mais necessita de Deus; é por isso que ela o ama. Mas a mãe não só deixou de admirá-lo em troca, mas constantemente o criticava, acusando a ele e aos irmãos de serem a causa de seus muitos problemas e ameaçando abandoná-los.
Ao mesmo tempo, João Batista teve as melhores experiências com sua avó paterna, que era emocionalmente mais confiável e transmitia algum senso de afeto por ele. Sentia-se mais próxima da avó do que de qualquer outra pessoa da família. Sua fugaz capacidade de se comunicar com um Deus pessoal parece ter suas raízes na relação dela com a avó, que o aceitava como uma criança real. É interessante observar que apenas consegui se comunicar com o Deus dele quando está sozinho- quando a presença da mãe e do pai não interfere em sua relação especial com a avó. Mas ele é incapaz de manter essa imagem pessoal de seu Deus no foco de sua mente e assim dar apoio a si mesmo e apenas raramente consegue recorrer a essa imagem. Na maior parte do tempo, prevalece à representação de Deus como seu inimigo. Aparentemente, ele não conseguiu fazer qualquer conexão ou síntese entre essas duas representações contraditórias.
O Deus de João Batista, seja uma pessoa ou outra coisa, é uma entidade que se encontra totalmente fora dele. A diferença entre Deus e ele mesmo é tão impressionante e desproporcional que não há coisa alguma de Deus dentro dele. Deus tem força, ele não; Deus tem regras, ele deve obedecer a elas; Deus tem a supremacia, ela deve se submeter. A relação deles é de tirania e obediência e o Batista não é capaz de influenciar Deus. Deus é totalmente exterior a ele e completamente imutável.
Apesar de tudo isso, Deus é obviamente uma pessoa plena, que sem duvida, existe e possui intenções e desejos claramente definidos em relação a João. Essa representação inclui características que todos podemos observar em uma pessoa ou coisa. É uma representação completa, consistente e unificada em uma personalidade abrangente de traços bem definidos. Como representação, Deus não teve sorte melhor com ela. Também ele deve responder à pergunta dele. E até afora fracassou em sua resposta. Ele não quer que o João seja ele mesmo, mas outra pessoa.
Ainda nesta sua apresentação de Deus, João queria saber que de fato se houver uma prova absoluta de que Deus existe mesmo. Ele afirma; “feliz”, disse ele - se houver uma prova absoluta de que Deus existe, pois então não se “sentira culpada”. Mas quando se apresenta a opção final, ele afirma; “desejo estar com Deus depois da morte porque não quero fim”. Ao mesmo tempo, Deus o vê como uma pessoa que ele perdeu porque não conforma as idéias deles quanto suas.
Fonte: Denis Mwenda, Imc, trabalha com os moradores de rua em São Paulo.
Para João, Deus parece capaz de escutar, ajudar, amar, estar próximo e dar força e felicidade, mas não no caso dele. A capacidade de Deus em escutar aparece na afirmação de que Deus é “injusto porque não escuta os dois lados” . Ao mesmo tempo, a recusa de Deus não escutar concentra-se nessa frase; “não rezo porque sinto que Deus não vai me escutar se eu não seguir suas regras”. A capacidade de Deus em ajudar e dar força é ilustrada em seu amor por Deus que sente ser importante para sua sobrevivência. A capacidade de Deus em amar é dramaticamente óbvia na seguinte afirmação; “para mim, o amor de Deus por mim é importante, porque não quero morrer pensando que ele me odeia”.
De fato, por mais atraente que Deus lhe possa ser, ele e seu Deus chegaram a uma posição antagônica definitiva por causa de seus próprios problemas. Ele afirma, “o que mais ressinto em relação a Deus é que não consigo viver da maneira como ele quer”. A boa disposição de Deus em relação a ela não serve para nada porque ela não é aceitável. Ele fala que ele não quer sentir que ele o pune, porque tem motivos para puni-lo. O resultado final dessa situação é dolorosamente ilustrado nas seguintes afirmações progressivas; “considero Deus como meu inimigo porque ele não me tem em alta consideração”. Ele ainda confirma que crê que Deus o vê como uma pessoa que ele perdeu porque não ajusta as suas idéias com deles e para agradá-lo em plenitude, ele tem que ser outra pessoa, porque ele não o agrada.
Ainda no final da entrevista, o Batista fala que se for possível, ele gostaria que Deus e os seus pais desaparecessem de sua vida. A culpa é sua experiência comum com ambos, como deixam claro estas afirmações paralelas. “se pudesse mudar meu passado, gostaria de mudar minha religião e meus pais e se receber prova absoluta de que Deus não Existe, ficarei feliz, porque não me sentirei culpada”.
Os componentes maternos na historia de Batista parece ser dominantes. Encontramos que Batista idealizava a mãe e odiava a si mesma. Em sua idealização, ele queria ser como mãe, cuja força admirava. Segundo ela, força é o que ela mais necessita de Deus; é por isso que ela o ama. Mas a mãe não só deixou de admirá-lo em troca, mas constantemente o criticava, acusando a ele e aos irmãos de serem a causa de seus muitos problemas e ameaçando abandoná-los.
Ao mesmo tempo, João Batista teve as melhores experiências com sua avó paterna, que era emocionalmente mais confiável e transmitia algum senso de afeto por ele. Sentia-se mais próxima da avó do que de qualquer outra pessoa da família. Sua fugaz capacidade de se comunicar com um Deus pessoal parece ter suas raízes na relação dela com a avó, que o aceitava como uma criança real. É interessante observar que apenas consegui se comunicar com o Deus dele quando está sozinho- quando a presença da mãe e do pai não interfere em sua relação especial com a avó. Mas ele é incapaz de manter essa imagem pessoal de seu Deus no foco de sua mente e assim dar apoio a si mesmo e apenas raramente consegue recorrer a essa imagem. Na maior parte do tempo, prevalece à representação de Deus como seu inimigo. Aparentemente, ele não conseguiu fazer qualquer conexão ou síntese entre essas duas representações contraditórias.
O Deus de João Batista, seja uma pessoa ou outra coisa, é uma entidade que se encontra totalmente fora dele. A diferença entre Deus e ele mesmo é tão impressionante e desproporcional que não há coisa alguma de Deus dentro dele. Deus tem força, ele não; Deus tem regras, ele deve obedecer a elas; Deus tem a supremacia, ela deve se submeter. A relação deles é de tirania e obediência e o Batista não é capaz de influenciar Deus. Deus é totalmente exterior a ele e completamente imutável.
Apesar de tudo isso, Deus é obviamente uma pessoa plena, que sem duvida, existe e possui intenções e desejos claramente definidos em relação a João. Essa representação inclui características que todos podemos observar em uma pessoa ou coisa. É uma representação completa, consistente e unificada em uma personalidade abrangente de traços bem definidos. Como representação, Deus não teve sorte melhor com ela. Também ele deve responder à pergunta dele. E até afora fracassou em sua resposta. Ele não quer que o João seja ele mesmo, mas outra pessoa.
Ainda nesta sua apresentação de Deus, João queria saber que de fato se houver uma prova absoluta de que Deus existe mesmo. Ele afirma; “feliz”, disse ele - se houver uma prova absoluta de que Deus existe, pois então não se “sentira culpada”. Mas quando se apresenta a opção final, ele afirma; “desejo estar com Deus depois da morte porque não quero fim”. Ao mesmo tempo, Deus o vê como uma pessoa que ele perdeu porque não conforma as idéias deles quanto suas.
Fonte: Denis Mwenda, Imc, trabalha com os moradores de rua em São Paulo.
01/09/2010
10 estrofes dos 100 anos de Tim - Corinthians comemora centenário
O Super Esportes escolheu o Hino do Corinthians para homenagear o clube que a partir da 0h de hoje tornou-se oficialmente centenário. Escolhido como oficial nos anos 50, Campeão dos Campeões carrega em cada estrofe idealizada pelo radialista Lauro D’Ávila não só os anos de glória, mas também de angústia da segunda maior torcida do Brasil. Afinal, corintiano adora sofrer antes de uma grande conquista como o fim do jejum de 23 anos e 8 meses no Campeonato Paulista, quebrado em 1977. A Democracia Corintiana, os sete títulos nacionais e até o rebaixamento para a Série B e a ressureição gloriosa estão por trás de cada verso do hino que mais será tocado neste 1º de setembro de 2010, um dia mais do que especial para um bando de loucos por ti, Sport Club Corinthians Paulista. (continue lendo...)
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“On Death and Dying“
The idea of death makes one aware of one's life, one's vital being – that which is impermanent and will one day end. When ...
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THE MINISTRY OF LECTOR IN THE CATHOLIC CHURCH. The aim of this reflection is to help those lectors or those preparing to be lectors w...
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