11/10/2010

Vai encarar? - PONDE

Sou contra o aborto.
Sou da elite intelectual, PhD e pós-doc,
falo línguas e escrevo livros. Vai encarar?
SOU CONTRA o aborto. Não preciso de religião para viver, não acredito em Papai Noel, sou da elite intelectual, sou PhD, pós-doc., falo línguas estrangeiras, escrevo livros "cabeça" e não tenho medo de cara feia.

Prefiro pensar que a vida pertence a Deus. Já vejo a baba escorrer pelo canto da boca do "habitué" de jantares inteligentes, mas detenha seu "apetite" porque não sou uma presa fácil.

Lembre-se: não sou um beato bobo e o niilismo é meu irmão gêmeo. Temo que você seja mais beato do que eu. Mas não se deve discutir teologia em jantares inteligentes, seria como jogar pérolas aos porcos.
Esse mesmo "habitué" que grita a favor do aborto chora por foquinhas fofinhas, estranha inversão...

Não preciso de argumentos teológicos para ser contra o aborto. Sou contra o aborto porque acho que o feto é uma criança. A prova de que meu argumento é sólido é que os que são a favor do aborto trabalham duro para desumanizar o feto humano e fazer com que não o vejamos como bebês. E não quero uma definição "científica" do início da vida porque, assim que a tivermos, compraremos cremes antirrugas "babyskin" com cartão Visa.

Agora o tema é o "retorno" do aborto. O aborto entrou na moda neste segundo turno. É claro que esse retorno é retórico. Desde Platão, sabe-se que a democracia é um regime para sofistas e retóricos.
A relação entre democracia e marketing já era sabida como essencial desde a Grécia Antiga. Por que o espanto quando os candidatos, sabendo que grande parte da população brasileira é contra o aborto (talvez por razões religiosas vagas, talvez por "afeto moral" vago), se lançam numa batalha pelo espólio do "direito à vida"?

O marketing é uma invenção contemporânea, mas a necessidade dele é intrínseca a qualquer técnica que passe pelo convencimento de uma maioria, desde a mais tenra assembleia de neandertais.
A democracia é, na sua face sombria, um regime da mentira de massa. Quando essa mentira de massa é contra nós, reclamamos.

Não há nada de evidentemente justo em termos morais ou de moralmente "avançado" na legalização do aborto. O que há de evidente em termos morais é a desumanização do feto como processo retórico (exemplo: "Feto não é gente") e a defesa de uma forma avançada de "safe sex": "Quero transar com a "reserva de comportamento legal" a meu favor. Se algo der errado, lavo".

E não me venham com "questão de saúde pública". Esgoto é questão de saúde pública. A defesa do aborto nessas bases é apenas porque o aborto legal é mais barato. Resumindo: "Safe sex, cheap babies". E não me digam que o feto "é da mulher". O feto "é dele mesmo". E não me digam que "todo o mundo avançado já legalizou o aborto", porque esse argumento só serve para quem "ama a moda" e teme a solidão.

Não pretendo desqualificar a angústia de quem vive esse drama. Longe de mim! Mas em vez de gastarmos tanta "energia social" na defesa do aborto, por que não usarmos essa energia para recebermos essas crianças indesejadas?

Vem-me à mente dois exemplos, aparentemente de campos "opostos". Deveríamos aprender com a Igreja Católica e seu esforço de criar redes de recepção dessas crianças, aparando as mães em agonia e seus futuros filhos à beira da morte.

Por outro lado, são tantos os casais gays masculinos (os femininos sofrem menos porque dispõem de "útero próprio") que querem adotar crianças e continuamos a julgá-los, equivocadamente, penso eu, incapazes do exercício do amor familiar.

Sou contra a legalização do aborto porque o considero um homicídio. Muita gente não entende essa implicação lógica quando supõe que seriam razoáveis argumentos como: "A legalização do aborto permite a escolha livre. Se sou contra, não faço. Se minha vizinha for a favor, ela faz".

Agora, substitua a palavra "aborto" pela palavra "homicídio", como fica o argumento? Fica assim: "A legalização do homicídio permite a escolha livre. Se sou contra, não faço. Se minha vizinha for a favor, ela faz". Quem é a favor do aborto não o é por razões "técnicas", mas por "gosto" ideológico.

Fonte: ponde.folha@uol.com.br

10/10/2010

Diaconate Ordination

The Consolata Missionaries, parents, relatives and friends,
Cordially invites
Mr./Mrs./Fr./Br./Sr./Hon.
_________________________________
To the Diaconate Ordination of
Patrick Assanga Amakoye, IMC
Stephen Mutuku Musembi, IMC
Tamene Asaro Safato, IMC
Michael Miriti M’elong’i, IMC
Joseph Mutinda Maingi, IMC
Jacinto Antonio Omar, IMC
Bernardo Matorell Batista, IMC
__________________________
By Rt. Rev. Virgilio Pante, IMC

You are most welcome
Bishop of Maralal Diocese at Consolata Shrine (Westlands) on 30th October 2010 at 10 a.m.
R.S.V.P
.: Allamano House, Langata South Road, P.O. Box 24835 - 00502, Karen - Nairobi, Tel: +254 20891832

O que é Comunicação? - Por Michael Mutinda*

Mas afinal de contas o que é comunicação? A comunicação é descrita com uma variedade e diversidade de definições por que, ao longo do tempo, conquistou novos parâmetros junto à economia, à política, à filosofia, à cultura e a religião. Muito mais do que a mera troca de informações, os processos comunicativos abarcam a utilização dos indivíduos, o emprego de tecnologia e a intersecção com normas culturais e sociais. Esses processos também estão permeados de ideologias, visões de mundo, e são fundamentais nas relações de poder. Por isso, para percorrer suas definições seria necessário um tratado longo e diversificado, mas também aberto. Certamente, há modos e modos de apresentar o discurso, segundo a visão e a finalidade que se deseja quando se fala em comunicação.
Foi no Séc. XVII que o termo ‘comunicação’, ganhou consistência. Na maior parte dos discursos contemporâneos, o sentido de comunicação torna-se bastante confuso, misturando contornos intelectuais bem definidos. As definições são úteis, por um lado, e enganosas, por outro. Úteis, por que nos proporcionam uma primeira aproximação ou identificação ao tema ou ao objeto em questão. Enganosas, por que facilmente criam para nós a falsa ideia de que definir uma coisa é conhecê-la e dela apropriar-se. Algumas definições tendem desde o começo a ser de certa forma dedutiva e a ter objetivo etimológico. Outros teóricos valorizam o caráter inter-relacional da comunicação, já que o ato comunicacional humano implica a necessária relação entre os participantes desse processo comunicativo, mesmo quando um dado meio (carta, telefone, e-mail, radio, pintura) é utilizado para transmitir as mensagens entre o emissor e o receptor. Uma definição simples e freqüentemente disseminada é a que estabelece a comunicação como uma ‘transmissão de informações’. Embora seja uma apreensão correta, peca pela superficialidade, uma vez que não esgota a potencialidade dos atos comunicativos.
O termo comunicação deriva do latim comunicare, que significa partilhar ou tornar comum. Em latim, communicatio não se refere às artes gerais da relação humana via símbolos, nem sugere a esperança de algum tipo de reconhecimento mútuo. Na teoria retórica clássica, communicatio também era um termo técnico que indicava um recurso estilístico no qual o orador assume a voz hipotética de um adversário ou público.[1]
Contudo, até com essas definições, o termo comunicação não está isento de complicações e ambigüidades. O mais das vezes, comunicare foi compreendido como um transferir ‘fisicamente’ de um sujeito ao outro, mas já Cícero pensava a comunicação como um transporte de conhecimentos. O filosofo inglês John Locke (1632-1704), no seu principal ensaio sobre o entendimento humano, afirma que a comunicação consiste na transmissão de ideias e pensamentos da mente de quem fala para a de quem escuta[2]. Assim teríamos ao menos três elementos constitutivos da comunicação, contudo, sem esgotar o complexo fenômeno: o emitente, que envia a mensagem, ou seja, a ‘fonte’ que está na origem da informação; o receptor / destinatário, a quem a mensagem é enviada; e a própria mensagem, constituída dos conteúdos emitidos. Neste processo, o ser humano emprega a comunicação para expressar ideias e sentimentos, orientar-se, coagir, narrar histórias, persuadir, exercer controle, conectar-se ao mundo, transmitir conhecimento, organizar seu pensamento e suas atitudes. A comunicação, aqui é entendida como um processo que sempre pressupõe alguma forma de interação entre os seres humanos.
Porém, para que aconteça a comunicação é necessário que exista um contato que é o canal conectivo – físico ou psicológico – que permite estabelecer e/ou manter a comunicação. Isso significa que, numa comunicação, portanto, ocorrem ao menos outros três novos elementos, alem dos que já foram mencionados anteriormente: o código, ou seja, o sistema de sinais pelo qual a mensagem é transmitida; o contexto, ou seja, tanto o conjunto de enunciados que acompanham a mensagem como a situação na qual o enunciado, é transmitido; e o contato, ou seja, o canal físico ou psicológico que permite o encontro.
A comunicação é sempre dinâmica, viva, e significa, no seu sentido mais amplo, transferência de experiências. Segundo BORDENAVE, na comunicação encontram-se mundos diferentes de experiências vividas. Pela comunicação as pessoas compartilham experiências, ideias e sentimentos, num processo que engloba cinco elementos[3]: a realidade ou situação onde ela se realiza e sobre a qual tem um efeito transformador; os interlocutores que dela participam; os conteúdos ou mensagens que elas compartilham; os signos que elas utilizam para representá-los e os meios que empregam para transmiti-los.
A origem da palavra comunicação, como conceito etimológico, introduz a ideia de comunhão, comunidade. Como diz Wilbur Schramm, quando nos comunicamos, tratamos de estabelecer uma comunidade, isto é, tratamos de compartilhar informações, ideias, atitudes. Sergio Luz Velozo endossa ao afirmar que comunicação é fazer participar, é trazer para a comunidade o que dela estava isolado. Comunicar significa, assim, estabelecer comunhão, participar da comunidade, através do intercambio de informações. Outros pesquisadores como Baragli, frisam que a comunicação é a faculdade de tornar comum aos outros não somente as coisas externas a ele, mas também ele próprio e as suas ações mais intimas da consciência – ideias, vontades, estados d’alma etc. Apoiando esta definição, Rueseh e Bateson concordam que a comunicação não se refere somente à transmissão verbal, explicita e intencional de mensagens. O conceito de comunicação inclui todos esses processos por meio dos quais as pessoas influênciam outras pessoas. Essa definição se baseia na premissa de que todas as ações ou eventos têm aspectos comunicativos, assim que são percebidos por um ser humano; implica, além disso, que tal percepção modifica a informação que o individuo possui e, por conseguinte, influência esse indivíduo. [4] 
No campo religioso, o conceito da comunicação não é menos tratado. A Igreja entende comunicação enquanto meios e processos segundo a missão de Cristo, o verdadeiro Comunicador da vida de Deus. Comunicar é muito mais do que uma sucessão de imagens ou palavras, sem nada acrescentar ou mudar no ser humano. A comunicação expressa um sentimento profundo que não é simples e nem é passageira emoção ou prazer.[5] Assim, pode-se dizer que o autêntico comunicador é aquele que tem então a atitude de quem evangeliza na santidade e com ardor missionário[6], que revela ter um zelo que brote de uma verdadeira santidade de vida, alimentada pela oração e, sobretudo, pelo amor à eucaristia[7]. Na mesma dimensão, SILVA, falando da igreja e evangelização pela TV, afirma que:

Só existe uma autêntica comunicação humana onde o comunicador dá o que é, numa atitude de abertura para o outro, a ponto de identificar-se com ele, sem se subjugar. Comunicar é ser. Por isso, todo artificialismo é obstáculo à comunicação. Comunicar é ser o outro de certo modo, numa conjugação que não é confusão. Daí que um comunicador isolado e desligado é massificador.[8]

            Os seres humanos são considerados animais sociais. E no campo social, muitos autores concordam que a comunicação é a base sobre a qual as sociedades podem ser construídas, uma vez que permite aos organismos interagir de forma produtiva. O termo é definido como o ato ou processo de troca de ideias, mensagens e informações, como a fala, sinais ou escrita. Assim, segundo Thayer, a comunicação é o processo vital através do qual indivíduos e organizações se relacionam uns com os outros, influênciando-se mutuamente. Designa e engloba todos aqueles fatores humanos nos quais se dá um processo de criação ou transmissão de informação e cujo protagonista é o homem que assimila tal informação[9].
 
 
*Este artigo faz parte do trabalho final de conclusão de curso, 2010 - "Paulo e Comunicação".

[1]PUNTEL, T. Joana. Cultura Midiática e Igreja. Uma nova ambiência. São Paulo: Paulinas, 2005. p. 17-25
[2]GRILLI, Massimo. Evento comunicativo e interpretação de um texto bíblico. Revista Eclesiástica Brasileira v. 63. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 295-319.
[3]BORDENAVE, J.E.D. O que é Comunicação. São Paulo: Editora Brasiliense, 2006. p. 40.
[4]RABAÇA, C. A; BARBOSA, G. G.. (Orgs.). Dicionário de Comunicação. Nova edição revista e atualizada. Rio de Janeiro: Editora Campus Ltda., 2002. p. 155-157.
[5] PATIAS, Jaime Carlos. A Comunicação na Igreja. Disponível em:
<Http://www.adital.com.br/site/noticia2.asp?lang=PT&cod=24115>. Acesso em: 12 Abril 2010, 21:31:14.
[6]Cf. João Paulo II. Carta Encíclica Redemptoris Missio (Sobre a validade permanente do mandato missionário da Igreja), 7 de Dezembro de 1990.
[7]Cf. PONTIFÍCIO CONSELHO PARA AS COMUNICAÇÕES SOCIAIS. Aetatis Novae. São Paulo: Paulinas, 1992.
[8]SILVA, M.G. A Igreja e Evangelização pela TV. São Paulo: Paulinas, 1991. p. 61.
[9]FREIXO, Manuel João. Teorias e Modelos de Comunicação. Lísboa: Instituto Piaget, 2006. p. 20-30.

Dilma e a fé cristã - Por Frei Betto

Conheço Dilma Rousseff desde criança. Éramos vizinhos na rua Major Lopes, em Belo Horizonte. Ela e Thereza, minha irmã, foram amigas de adolescência. Anos depois, nos encontramos no presídio Tiradentes, em São Paulo. Ex-aluna de colégio religioso, dirigido por freiras de Sion, Dilma, no cárcere, participava de orações e comentários do Evangelho. Nada tinha de "marxista ateia".

Nossos torturadores, sim, praticavam o ateísmo militante ao profanar, com violência, os templos vivos de Deus: as vítimas levadas ao pau-de-arara, ao choque elétrico, ao afogamento e à morte.

Em 2003, deu-se meu terceiro encontro com Dilma, em Brasília, nos dois anos em que participei do governo Lula. De nossa amizade, posso assegurar que não passa de campanha difamatória - diria, terrorista - acusar Dilma Rousseff de "abortista" ou contrária aos princípios evangélicos. Se um ou outro bispo critica Dilma, há que se lembrar que, por ser bispo, ninguém é dono da verdade.

Nem tem o direito de julgar o foro íntimo do próximo. Dilma, como Lula, é pessoa de fé cristã, formada na Igreja Católica. Na linha do que recomenda Jesus, ela e Lula não saem por aí propalando, como fariseus, suas convicções religiosas. Preferem comprovar, por suas atitudes, que "a árvore se conhece pelos frutos", como acentua o Evangelho.

É na coerência de suas ações, na ética de procedimentos políticos e na dedicação ao povo brasileiro que políticos como Dilma e Lula testemunham a fé que abraçam. Sobre Lula, desde as greves do ABC, espalharam horrores: se eleito, tomaria as mansões do Morumbi, em São Paulo; expropriaria fazendas e sítios produtivos; implantaria o socialismo por decreto...

Passados quase oito anos, o que vemos? Um Brasil mais justo, com menos miséria e mais distribuição de renda, sem criminalizar movimentos sociais ou privatizar o patrimônio público, respeitado internacionalmente.
Até o segundo turno, nichos da oposição ao governo Lula haverão de ecoar boataria e mentiras. Mas não podem alterar a essência de uma pessoa. Em tudo o que Dilma realizou, falou ou escreveu, jamais se encontrará uma única linha contrária ao conteúdo da fé cristã e aos princípios do Evangelho.

Certa vez indagaram a Jesus quem haveria de se salvar. Ele não respondeu que seriam aqueles que vivem batendo no peito e proclamando o nome de Deus. Nem os que vão à missa ou ao culto todos os domingos. Nem quem se julga dono da doutrina cristã e se arvora em juiz de seus semelhantes.

A resposta de Jesus surpreendeu: "Eu tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; estive enfermo e me visitastes; oprimido, e me libertastes..." (Mateus 25, 31-46). Jesus se colocou no lugar dos mais pobres e frisou que a salvação está ao alcance de quem, por amor, busca saciar a fome dos miseráveis, não se omite diante das opressões, procura assegurar a todos vida digna e feliz.

Isso o governo Lula tem feito, segundo a opinião de 77% da população brasileira, como demonstram as pesquisas. Com certeza, Dilma, se eleita presidente, prosseguirá na mesma direção.

Fonte: Artigo de Frei Betto, publicado na coluna "Tendências/Debates" da Folha de S.Paulo - 10/10/2010

09/10/2010

O Ato de Agradeçer - Por Paulo Mendes Peixoto*

O despertar do espírito missionário, do mês de outubro, mostra que o cristão tem uma identidade que o leva a agir como anunciador da Palavra de Deus. Mais do que um peso, é motivo de gratidão pelo tamanho da confiança que Deus coloca em suas mãos. Ele confia às pessoas o anúncio de sua mensagem.

Convicto desta missão, o cristão não fica restrito à sua comunidade. Ele tem um olhar expandido, é preocupado com aqueles que estão distantes do convívio fraterno em seu território. Exerce o poder da “cura”, da formação de consciência e de retomada de identidade e de convivência.

O caminho missionário é de reconstrução do sentido fecundo da vida humana e da prática de fé, criando comunhão íntima com Jesus Cristo. É a superação da infidelidade, entendendo que o Filho de Deus é sempre fiel e nunca age de forma diversa e com irresponsabilidade em relação ao Pai.

A missão cristã existe sob a força da compaixão, de reconhecimento do valor existente na vida de cada pessoa, como objeto da ação vivificadora de Deus. Isto passa pela confiança e pela disponibilidade do indivíduo atingido, abrindo seu coração para a vivência da Palavra anunciada.

Quem é recuperado de suas deficiências, normalmente agradece pelo benefício recebido. O gesto de gratidão é um mecanismo totalmente cristão. Tudo o que Deus faz é merecedor de ação de graça, de louvor de nossa parte, de um coração que se deixou tocar e ficou sensibilizado pelo que recebeu.

Esta atitude de gratidão é um ato de fé, de uma vida transformada, de encontro com Jesus Cristo e de vivência de sua Palavra. Isto atinge a totalidade da pessoa, principalmente porque fica curada física e espiritualmente. Tudo recebemos de Deus como dom, que deve ser valorizado e agradecido.

Quando participamos de uma Celebração Eucarística, estamos realizando um ato de agradecimento, de reconhecimento e louvor por todas as coisas recebidas na vida, indispensáveis para uma vida saudável e feliz. Tudo brota do coração de Deus e beneficia a nós, suas criaturas.

*Dom Paulo Mendes Peixoto é bispo da diocese de São José do Rio Preto, São Paulo.

08/10/2010

KENYA: Religious Outrage over Minister's Support of Gay

A Kenyan cabinet minister who called for greater acceptance of gays by society has been accused of promoting 'un-African' acts and asked to resign.

Special Programmes Minister Esther Murugi recommended more tolerance towards men who have sex with men (MSM) at a national symposium on "most-at-risk populations" in the coastal city of Mombasa last week.

Several Christian and Muslim religious leaders, including the Federation of Evangelical and Indigenous Christian Churches of Kenya, have called for Murugi's resignation and threatened street protests if she is not fired immediately.

"She cannot say people who are engaging in crime and spoiling our children have rights," said Sheikh Mohamed Dor, a Member of Parliament and religious preacher. "We are waiting for when she will be fired from her post."

Religious leaders in Kenya have often used their considerable influence to sway public opinion. While religious groups have contributed significantly to the care of people living with HIV, their frequent opposition to providing HIV services to MSM, and the promotion of condom use, has led to clashes with national HIV policy.

Kenya's recently promulgated constitution does not specifically mention homosexuality, but the penal code makes "carnal acts against the order of nature" punishable by up to 14 years in prison.


Fonte: NAIROBI, October 8, 2010 ( CISA)

07/10/2010

José Allamano foi beatificado há 20 anos

Foi há duas décadas.
O Papa João Paulo II beatificou o fundador
dos missionários e missionárias da Consolata

Sacerdote, sobrinho de São José Cafasso, aluno de SãoJoão Bosco, José Allamano fundou um Instituto vocacionado para as missões. Primeiro, em 1901 fundou os missionários da Consolata. Em 1910, fundou um segundo ramo, as missionárias da Consolata, que este ano celebram o centenário da sua fundação.

O título "Consolata" é uma homenagem prestada pelo fundador à Nossa Senhora da Consolata, de quem era devoto. O seu objectivo era enviar missionários para os países mais pobres do mundo, onde pudessem fazer a primeira evangelização. O primeiro país de missão foi o Quénia. Hoje os missionários da Consolata estão presentes em 27 países dos cinco continentes.

José Allamano nasceu em Castelnuovo d'Asti, Itália, em 21 de Janeiro de 1851., numa família muito devota. Foi nomeado reitor do santuário mariano da Consolata, em Turim, com apenas 29 anos e permaneceu na função durante quarenta e seis anos, quando faleceu, a 16 de Fevereiro de 1926. Apesar da sua saúde frágil que o impediu de ir em missão, o fulgor missionário, com que viveu a sua vida, levaram a que fosse reconhecido como dom para a Igreja, ao ser beatificado em 07 de Outubro, 1990.

FONTE: FATIMA MISSIONARIA

“On Death and Dying“

The idea of death makes one aware of one's life, one's vital being – that which is impermanent and will one day end.   When ...